BIÓPSIA TRANSPERINEAL
UROLOGY • BRASÍLIA

Biópsia de próstata por uma via mais segura contra infecções.

Conheça a biópsia transperineal com Fusão de imagens (bkFusion): uma abordagem que acessa a próstata pela pele, sem atravessar o reto, auxiliando a investigação de alterações suspeitas.

Via transperinealFusão de imagens (bkFusion)Equipe especializada
FUSÃO DE IMAGENS

bkFusion

Ilustração anatômica de acesso à próstata por agulha coaxial reta
Representação anatômica da agulha coaxial.
Vista externa do períneo, entre a bolsa escrotal e o ânus, indicando a região do acesso transperineal
Vista do períneo: região de acesso para a biópsia transperineal.
A biópsia é guiada por ultrassom BK de alta resolução e, quando indicada, por Fusão de imagens (bkFusion). Imagens ilustrativas, sem escala anatômica.
1.600+biópsias transperineais
realizadas pela equipe*
O PROCEDIMENTO

O que é a biópsia transperineal?

É um exame que coleta pequenos fragmentos da próstata para análise anatomopatológica. Na via transperineal, a agulha passa pela pele entre o escroto e o ânus, em vez de atravessar a parede do reto.

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Menor risco de infecção, sem antibióticos de rotina

Como a agulha não atravessa o reto, a biópsia transperineal reduz a exposição à flora bacteriana retal e o risco de infecção. Na Urology, utilizamos um protocolo que dispensa antibióticos preventivos de rotina na maioria dos pacientes, após avaliação clínica.

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Fusão de imagens da ressonância com o ultrassom (bkFusion)

Quando a ressonância identifica uma área suspeita, a Fusão de imagens (bkFusion) ajuda a localizá-la durante a biópsia e direcionar a agulha ao alvo. O bkFusion é um sistema avançado de fusão de imagens em 3D, combinando ressonância magnética e ultrassom em tempo real.

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Técnica Freehand Coaxial: apenas duas pequenas punções na pele

Na Urology, utilizamos uma técnica que permite acessar diferentes regiões da próstata por meio de apenas duas pequenas punções na pele do períneo, uma de cada lado.

O sistema coaxial possibilita a coleta de múltiplos fragmentos pelos mesmos pontos de entrada, evitando novas punções cutâneas a cada amostra.

Essa abordagem pode reduzir o número de perfurações na pele em comparação com técnicas que utilizam guias tipo barbatana ou grades de punção (grid).

PASSO A PASSO

Como funciona, na prática?

A indicação, o tipo de anestesia e o preparo são definidos individualmente pela equipe assistente.

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Avaliação da indicação

Análise do PSA, exame clínico, histórico e ressonância multiparamétrica, quando disponível e indicada.

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Planejamento e anestesia

O procedimento pode ser realizado apenas com anestesia local. Quando utilizada, a sedação é leve e proporciona conforto adicional ao paciente durante a biópsia.

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Coleta guiada por imagens

Utilizamos ultrassom BK de alta resolução associado, quando indicado, à Fusão de imagens (bkFusion) com a ressonância magnética. A técnica auxilia o direcionamento da agulha para áreas suspeitas. Algumas lesões também podem ser identificadas diretamente pelo ultrassom.

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Resultado e acompanhamento

Os fragmentos coletados são identificados e entregues ao paciente, com orientações para encaminhamento a um laboratório especializado em anatomia patológica. O material é analisado ao microscópio por um médico patologista. O resultado deve ser interpretado pelo urologista com os demais exames e o histórico clínico.

ESCOLHAS INFORMADAS
VIA TRANSPERINEAL≠VIA TRANSRETAL

Duas vias de acesso. O objetivo é o mesmo: esclarecer o diagnóstico.

As duas abordagens permitem obter material para análise. A escolha deve considerar segurança, recursos disponíveis e características de cada paciente.

VIA TRANSPERINEAL

Acesso pela pele do períneo

Trajeto: a agulha não atravessa o reto.

Infecção: menor risco infeccioso demonstrado em estudos comparativos.

Antibiótico: pode dispensar profilaxia rotineira conforme avaliação e protocolo.

Região anterior e ápice: a via transperineal facilita o acesso e a amostragem dessas áreas da próstata.

VIA TRANSRETAL

Acesso através do reto

Trajeto: a agulha passa pela parede retal.

Infecção: exposição à flora retal aumenta o risco de infecção.

Antibiótico: geralmente requer medidas de prevenção infecciosa, incluindo profilaxia conforme recomendações.

Região anterior e ápice: o acesso pode ser mais difícil em determinadas localizações, conforme a anatomia e a técnica utilizada.

PERGUNTAS FREQUENTES

Dúvidas sobre a biópsia

A biópsia transperineal dói?

O procedimento é realizado com anestesia local, com ou sem sedação, dependendo das condições clínicas e do planejamento. Após o efeito da anestesia, pode ocorrer leve desconforto na região do períneo, geralmente passageiro.

Preciso fazer ressonância antes?

A ressonância multiparamétrica frequentemente identifica áreas suspeitas e ajuda a planejar a biópsia com Fusão de imagens (bkFusion). A necessidade do exame deve ser definida pelo urologista.

A técnica precisa de antibiótico?

Na Urology, utilizamos um protocolo de biópsia transperineal que dispensa antibióticos preventivos de rotina. A decisão considera as condições individuais de cada paciente. Embora o risco de infecção seja muito baixo, ele não é completamente eliminado.

Há risco de sangramento após a biópsia?

Sim. Pode ocorrer sangue na urina (hematúria) ou no sêmen (hemospermia) após o procedimento. Essas alterações geralmente são transitórias e desaparecem espontaneamente. Caso apresente sangramento intenso, febre ou dificuldade para urinar, procure atendimento médico e entre em contato com a equipe.

Quando recebo o resultado?

O prazo depende do laboratório responsável pela análise anatomopatológica. Confirme a estimativa com a equipe no momento do agendamento.

Como saber se preciso de uma biópsia?

PSA, ressonância, histórico familiar e avaliação urológica orientam essa decisão. PSA elevado isoladamente não significa câncer e não determina, por si só, a necessidade de biópsia.

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